Na primeira semana de março, voluntários de quatro países que participaram na fase piloto, testando a plataforma eVaVol, desde o verão passado, reuniram-se com os responsáveis pelo desenvolvimento da Plataforma, em Bruxelas.

Nos três primeiros dias, os voluntários, provenientes de Espanha, Irlanda, Itália e Portugal, apresentaram os resultados da sua utilização da plataforma e-VaVol para validar as suas aprendizagens adquiridas através do voluntariado, parte de um processo de qualificação oficial.

O quarto dia permitiu aos voluntários fazerem propostas de melhoramento da plataforma, assumindo os responsáveis pelo seu desenvolvimento o compromisso de integração das sugestões recolhidas.

No quinto dia, os parceiros do projeto concertaram entre si as tarefas decorrentes da implementação de todas as alterações sugeridas pelos voluntários da fase de teste. De acordo com estes compromissos, a plataforma e-VaVol melhorada será disponibilizada em setembro próximo.

Em consequência deste trabalho conjunto de parceiros e voluntários dos diferentes países, em Bruxelas, a versão final da plataforma será seguramente mais eficaz para quantos procurem validação para as suas aprendizagens através do voluntariado. Deste modo, estará melhorada a transferência de conhecimentos e competências do voluntariado para a educação formal.

O projeto e-VaVol é uma iniciativa da Plataforma de Voluntariado de Espanha, em colaboração com o Centro de Apoio ao Voluntariado da Lazio (Itália), a Confederação Portuguesa do Voluntariado, a Parceria de Desenvolvimento Social da Comunidade de Meath e o Instituto de Tecnologia de Cork (ensino superior), ambos da Irlanda.

Este projeto é cofinanciado pelo Programa Erasmus+ da União Europeia.

Para mais informação, consultar www.evavol.eu.



A Confederação Portuguesa do Voluntariado (CPV) continua a acompanhar a situação de Pandemia pelo COVID19. Considerando os últimos acontecimentos, no que respeita ao voluntariado:

- Os portugueses estão exemplarmente a responder aos apelos de voluntariado que advém de diversas entidades, principalmente no apoio a duas organizações que são filiadas da CPV, a saber a União das Misericórdias Portuguesas e a Confederação das Instituições de Solidariedade Social, encarregues de um grande número de lares de idosos;

- Recordamos que a CPV continua a trabalhar para que se possa garantir que os mais vulneráveis contem com a ajuda do voluntariado;

- Recordamos que todas as iniciativas solidárias, muitas delas suscitadas por voluntários, mesmo espontâneas, não devem perverter a identidade nem a idoneidade do voluntariado, nem ignorar a legislação em vigor ou as medidas implementadas pelas autoridades;

- É, por conseguinte, fundamental que as organizações acautelem não só, todas as medidas de segurança defendidas pelas autoridades de saúde como também, os direitos e deveres dos voluntários, em especial o que respeita à formalização dos seguros de acidentes pessoais e de responsabilidade civil;

- É importante que o perfil dos voluntários, nesta altura e para as atividades que admitam contacto social, os voluntários sejam adultos com idade compreendida entre os 18 e os 59 anos, não pertençam a grupos cujas circunstâncias de saúde os colocam em risco e tenham residência próxima da área de voluntariado.

A situação de pandemia colocou em evidência o voluntariado em Portugal e a vontade que os portugueses têm de estar à altura do acontecimento, dando de si a vários níveis. Isto mostra que a CPV está correta na sua convicção de que, por muito difíceis que sejam as lutas a travar, o triunfo será nosso.

Sejamos solidários em tudo e com todos!

Pela Direção da CPV

Eugénio José da Cruz Fonseca

Os tempos difíceis que vivemos, ditados pela pandemia do Covid-19, têm motivado muitos cidadãos e cidadãs a voluntariarem-se junto das mais diversa entidades a sociedade civil, promotoras ou enquadradoras de voluntariado, e mesmo de estruturas do Estado como bancos locais de voluntariado de freguesia ou municipais.

Por outro lado, e para além dos projetos voluntários de apoio social e sanitário existentes e inadiáveis, temos assistido ao surgimento de outros projetos informais de cidadãos com vista à satisfação de necessidades concretas consequentes das atuais circunstâncias, designadamente as motivadas pelo recolhimento ou isolamento a que a generalidade da sociedade portuguesa está preventivamente consignada.

Assim, procurando dar a melhor resposta possível a estas necessidades sentidas por quem mais precisa, a seguradora Lusitânia (Grupo Banco Montepio) aceitou o desafio da CPV – Confederação Portuguesa do Voluntariado, criando um seguro especial de acidentes pessoais e responsabilidade civil designado ‘Voluntários por Todos’.

Este seguro destina-se aos voluntários que desenvolvem ações de apoio no âmbito da pandemia Covid-19, no âmbito de entidades promotoras ou enquadradoras de voluntariado, da sociedade civil ou autarquias, em reforço de projetos já existentes.

Este seguro, que contempla a possibilidade de ser contratualizado por períodos entre 30 e 90 dias, tem as seguintes condições especiais de aceitação, para as apólices temporárias emitidas até 31 de julho de 2020:



Seguro gratuito para IPSS

No âmbito deste seguro especial e temporário, a Lusitânia reforça ainda o seu apoio ao setor da Economia Social, oferecendo o valor dos prémios contratados na modalidade 1 às Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) que enquadrem voluntários nas condições acima referidas e sejam suas clientes.

Para mais informações, contactar um Balcão Montepio ou um Agente de Seguros Lusitânia.